quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sistema Digestório



Os órgãos do sistema digestório propiciam a ingestão e nutrição do que ingerimos, permitindo com que seja feita a absorção de nutrientes, além da eliminação de partículas não utilizadas pelo nosso organismo, como a celulose.

Para que haja a digestão, o alimento deve passar por modificações físicas e químicas ao longo deste processo, iniciado na boca.

Boca

A maioria dos mamíferos mastiga o alimento antes desse atravessar a faringe. Tal ato permite sua diminuição, umidificação e, em alguns casos, o contato com enzimas digestivas presentes na saliva (amilase e ptialina), que são responsáveis pela transformação de glicogênio e amido em maltose. Nessa fase da digestão, a língua tem um importante papel: além de auxiliar na diminuição e diluição do alimento, permite a captura de sabores, estimulando a produção de saliva. Os sais presentes nesta última neutralizam a possível acidez do alimento.

Faringe – Esôfago


Após a mastigação, o bolo alimentar passa pela faringe e é direcionado para o esôfago. Lá, movimentos peristálticos permitem que o bolo seja direcionado ao estômago. Tal processo mecânico permite, além desta função, misturá-lo aos sucos digestivos. Algumas aves possuem nesse órgão uma região conhecida popularmente como papo, onde o alimento é armazenado e amolecido.

Estômago

No estômago, o suco gástrico – rico em ácido clorídrico, pepsina, lipase e renina – fragmenta e desnatura proteínas do bolo alimentar, atua sobre alguns lipídios, favorece a absorção de cálcio e ferro, e mata bactérias. Este órgão, delimitado pelo esfíncter da cárdia, entre ele e o esôfago; e pelo esfíncter pilórico, entre o intestino, permite que o bolo fique retido ali, sem que ocorram refluxos. Durante, aproximadamente, três horas, água e sais minerais são absorvidos nesta cavidade. O restante, agora denominado “quimo”, segue para o intestino delgado.

Intestino delgado

No intestino delgado ocorre a maior parte da digestão e absorção do que foi ingerido. Este órgão é compreendido pelo duodeno, jejuno e íleo, e o processo se inicia nessa primeira porção. Lá, com auxílio do suco intestinal, proteínas se transformam em aminoácidos, e a maltose e alguns outros dissacarídeos são digeridos, graças a enzimas como a enteroquinase, peptidase e carboidrase.

No duodeno há, também, o suco pancreático, que é lançado do pâncreas através do canal de Wirsung. Este possui bicarbonato de sódio, tripsina, quimiotripsina, lipase pancreática e amilopsina em sua constituição, que permitem com que seja neutralizada a acidez do quimo, proteínas sejam transformadas em oligopeptídios, lipídios resultem em ácidos graxos e glicerol, carboidratos sejam reduzidos a maltose e DNA e RNA sejam digeridos. A bile, produzida no fígado, quebra gorduras para que as lipases pancreáticas executem seu papel de forma mais eficiente.

A digestão se encerra na segunda e terceira porção do intestino delgado, pela ação do suco intestinal. Suas enzimas: maltase, sacarase, lactase, aminopeptidases, dipeptidases, tripeptidases, nucleosidades e nucleotidases; permitem que moléculas se reduzam a nutrientes e estes sejam absorvidos e lançados no sangue, com auxilio das vilosidades presentes no intestino. O alimento passa a ter aspecto aquoso, esbranquiçado, e é chamado, agora, de quimo.

Intestino grosso

O quilo se encaminha para o intestino grosso. Esse, dividido em apêndice, cólon e reto, absorve água e sais minerais e direciona a parte que não foi digerida do quilo para o reto, a fim de que seja eliminada pelas fezes. Bactérias da flora intestinal permitem a produção de vitaminas, como as K e B12.

Fonte

4 comentários:

  1. Nome: Mayara De Souza Sila N°29
    Série:8°A
    A insulina foi descoberta pelo cientista Frederick Grant Banting,em 1921,ela é um hormônio produzido pelo corpo através do pâncreas,é a substância responsável,pela quebra de glicose promovendo a sua absorção pelas células.
    A insulina tem duas cadeias,contém 21 aminoácidos na A e 30 na B.A presença de alimentos no estômago estimula a produção de enzimas que levam a secreção de insulina.
    O equilíbrio de taxa de glicose no organismo acontece por meio da ação da insulina,e do glucagon outro hormônio produzido pelo pâncreas aumentando a produção de glicose,que ocorre no figado.
    Quando a produção de insulina é deficiente, a glicose acumula-se no sangue e na urina, destruindo as células por falta de abastecimento: diabetes mellitus. Para pacientes nessa condição, a insulina é providenciada através de injeções, ou bombas de insulina.
    O pâncreas é uma glândula mista (anfícrina), com função secretora endócrina e exócrina. Sua porção endócrina é formada por um conjunto de células (ilhotas de Langerhans) especializadas na secreção dos hormônios insulina e glucagon.
    Neste aglomerado de células, existe uma distinção, tendo o pâncreas uma região de células betas, responsáveis pela produção de insulina e outra região de células alfas, produtoras de glucagon, lançados na corrente sanguínea.
    Enquanto a insulina tem sua atuação voltada para a absorção de glicose pelas células do fígado, músculos esqueléticos e tecido adiposo, diminuindo sua concentração em razão da retirada de glicose do sangue. o glucagon, com atividade estimulante oposta, faz aumentar o teor de glicose na corrente sanguínea a partir da quebra do glicogênio (substância de reserva energética).
    Fatores genéticos transcricionais, bem como fatores ambientais relacionados ao estilo de vida das pessoas (obesidade, sedentarismo e infecções), provocam distúrbios na síntese desses hormônios, comprometem o organismo causando Diabetes Mellitus tipo I ou tipo II, desregulando a taxa de glicose no sangue.
    De um modo geral a insulina aumenta a captação de glicose (nas células musculares e adiposas) e a síntese de glicogênio (fígado).

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  2. Nome: Mayara De Souza Sila N°29
    Série:8°A
    Circulção do sangue.
    . A circulação do sangue é o movimento do sangue originado pelo bombeamento do coração que o envia para as artérias. A função circulatória é, basicamente, uma função de transporte.
    A circulação do sangue faz-se em dois circuitos separados anatomicamente e com funções diferentes:
    Circulação pulmonar ou Pequena circulação pela qual são realizadas as trocas gasosas oxigênio e anidrido carbônico
    Circulação sistémica ou Grande circulação que permite levar os nutrientes e oxigênio aos tecidos e receber os produtos finais do metabolismo para serem excretados, assim como levar as hormonas aos seus órgãos alvo.
    As artérias pulmonares dividem-se e sub-dividem-se até se tornarem numa rede capilar nas paredes alveolares onde vão ter lugar as trocas gasosas com difusão do Dióxido de carbono ou Anidrido carbónico (CO2) dissolvido no plasma e captação do (O2), que compõe 21% do ar, o qual se fixa nos glóbulos vermelhos, mais exatamente na hemoglobina contida nesses glóbulos. Para que essas trocas sejam possíveis as paredes alveolares estão revestida por surfactante, uma molécula tensoativa complexa segregada continuamente pelos pneumócitos alveolares de tipo 2.
    Circulação sistémica:
    Chegado ao ventrículo esquerdo o sangue arterializado é bombeado para a artéria aorta e seus ramos, atingindo todas
    as partes do corpo humano, ramificando-se em artérias de calibre cada vez menor até atingir a vertente arterial capilar e libertar o tão precioso oxigênio aos tecidos para que a respiração celular seja possível.
    Circulação capilar:
    A circulação capilar faz parte da microcirculação. É a este nível circulatório que se dá a função major de toda a circulação: a troca de nutrientes entre o sangue e as células e a recolha das substâncias nocivas, produtos finais do metabolismo celular. Ao chegar às células as arteríolas transformam-se em metarteríolas adquirindo pequenos esfíncteres que se relaxam e contraem 5 a 10 vezes por minuto regulando o débito de sangue a este nível.
    Por sua vez as metarteríolas transformam-se em capilares, perdendo a camada muscular e os esfíncteres.

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  3. Nome: Mayara De Souza Silva N°29
    Série:8°A
    Comparando o coração.
    Na comparação dos coracões mostra todos os movimentos,esses movimentos são dos:átrio direito,átrio esquerdo,septo interventricular,ventrículo direito e ventrículo esquerdo.
    Coração humano.
    O coração é um órgão formado por musculatura estriada cardíaca. Ele divide-se em dois lados: o lado esquerdo (átrio esquerdo e ventrículo esquerdo) e o lado direito (átrio direito e ventrículo direito).
    A partir de seu lado esquerdo, o coração bombeia sangue para todo corpo retirando e distribuindo substâncias como, por exemplo, gás carbônico e oxigênio.
    Na pequena circulação, o sangue é bombeado do lado direito do coração até os pulmões e, de dentro deste órgão, ele recolhe oxigênio e libera o dióxido de carbono. Após isso, ele retorna ao coração, ingressando, desta vez, no átrio esquerdo. Ainda do lado esquerdo, o coração bombeia o sangue ao ventrículo do mesmo lado e, a partir daí, o sangue, agora repleto de oxigênio, parte novamente para o trajeto da grande circulação.
    Mesmo enquanto estamos dormindo, o coração não para de trabalhar, durante o sono, ele continua batendo em média 30 vezes o seu próprio peso a cada minuto. Entretanto, quanto estamos ativos ele trabalha mais aceleradamente bombeando um volume muito maior de sangue ao corpo.
    O trajeto do sangue, do coração para os pulmões (saindo pelo ventrículo direito), e dos pulmões para o coração, entrando pelo átrio esquerdo; é chamado de pequena circulação, ou circulação pulmonar. Na pequena circulação, o sangue rico em gás carbônico se oxigena.
    O sangue, já oxigenado, sai do coração (pelo ventrículo esquerdo) e circula pelo corpo. Quando isso acontece, ele deixa oxigênio e captura o gás carbônico das células; e depois retorna ao coração, no átrio direito. A esse caso damos o nome de grande circulação ou circulação sistêmica.
    O coração humano é um importante órgão de nosso corpo. Ele se localiza sob a caixa torácica (conjunto de costelas), e fica entre os dois pulmões.
    Esse órgão possui o tamanho de um punho fechado. Ele é oco, dividido em quatro compartimentos: dois átrios e dois ventrículos.



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  4. leticia k. araújo santos n°20
    juliana macedo lima n°16 sala 8°b

    a insulina ela é uma proteina,nela contém duas cadeias ligadas,vinte e um aminoacidos em uma cadeia e trinta em outra.tem varios tipos de estímulos e os fatores de inibição da liberação de insulina pelas células do pÂncreas.o estímulo principal é a glicose no sangue.os alimentos no estÔmago,estimula a produção de enzimas que levaram a secreção de insulina.o papel da insulina é reduzir a taxa de glicose no sangue,a insulina,após ela ser transportada aos tecidos ela começa a ser destruída,principalmente pelo fígado,esse hormÔnio estimula a capitação de nutrientes na célula.a deficiÊncia faz com que a pessoa tenha perda de massa magra e tecido adiposo,etc.

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